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Sporting regista 9.ª sinfonia em Famalicão

Nove jogos, nove vitórias, trinta golos marcados, dois sofridos e a lesão de Nuno Santos.  O Sporting regressa assim a Lisboa com um sabor agridoce. Em Famalicão os leões não pouparam esforços e arrumaram a equipa de Armando Evangelista, por 3-0, com golos já na segunda parte mas a lesão de Nuno Santos colocou um travão na euforia leonina.

Dois golos praticamente de rajada de Viktor Gyokeres (57m) e Geovany Quenda (63m), eleito melhor jogador em campo, além do tento apontado já na parte final por Gonçalo Inácio acabaram por sentenciar o jogo e com inteira dose de justiça e com acordes de sinfonia, a nona, como a de Ludwig Van Beethoven.

No final do encontro Rúben Amorim respondeu às perguntas dos jornalistas. A lesão de Nuno Santos dominou as palavras do treinador leonino.

– Parece-nos que é grave. Não me quero alongar muito, mas foi feio. É alguém que já passou por duas roturas de ligamentos, nós estaremos cá para ajudá-lo. É muito importante para nós. Amanhã vamos saber o que ele tem e a partir de amanhã o Nuno vai esquecer tudo o resto e vai seguir para a recuperação. Estaremos cá e ele voltará, porque precisamos muito dele.

– Na segunda parte limitámos o adversário. Fizemos um jogo muito competente e dominador como, aliás, já vem sendo hábito. Na primeira parte perdemos um pouco o controlo do jogo depois do golo anulado ao Pote, mas conseguimos recuperar e ganhámos bem.

– Estava difícil de chegar ao golo. Qual o segredo para ter desarmado a máquina defensiva do Famalicão?

– A máquina está sempre a rodar. Quando conseguimos desbloquear torna-se tudo mais fácil. Os jogadores sabem o que fazer. A máquina não abana porque os jogadores sabem o que têm que fazer, é como se fosse mecânico. Estamos preparados, sabemos que o jogo tem 90 minutos, que às vezes marcamos, outras vezes não, mas sabemos muito bem o que fazer.

– A dupla Daniel Bragança e Morita funcionou bem?

– Eles entendem-se bem. O jogador moderno tem que perceber que com a quantidade de partidas que existem não há jogadores titulares. Eles têm caraterísticas diferentes. As capacidades do Dani e do Morita eram perfeitas para este jogo e a juntar a essa realidade o Hjulmand também precisa de descansar. Felizardo do treinador que tem três jogadores assim.

 

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