Rui Borges igual a… Rui Borges na conferênca de Imprensa deste sábado que serviu de lançamento ao Sporting-Farense, deste domingo, às 18h00, em Alvalade. Um discurso agradável, fácil, sem rodeios… de quem gosta de comunicar. Uma coisa é certa! Gyokeres e Moria estão em dúvida mas Bast e Eduardo Quaresma estão aptos para o jogo da 20.ª jornada.
– Como antevê a visita do Farense a Alvalade?
– O Farense é uma equipa que, apesar de não ter tido bons resultados nos últimos cinco jogos, é muito à imagem do seu treinador. É uma equipa muito bem organizada. Tozé Marreco chegou com a equipa na zona de descida e preocupou-se mais com o processo defensivo. Jogam com um bloco médio-baixo, com muita gente comprometida e competitiva.
– Quais os pontos fortes do Farense?
– Tem homens rápidos e fortes nas transições ofensivas, muito forte em bolas paradas, jogadores fisicamente fortes. É preciso muito cuidado. O treinador organiza muito bem as suas equipas. Este tipo de jogos são os mais difíceis, como tivemos o exemplo com o Nacional. Até o jogo desbloquear… vai ser preciso tomar decisões boas e rápidas no último terço, vai ser preciso inspiração individual e não deixar o Farense sair em contra-ataques rápidos.
– Como está o panorama clínico?
– Bom Eduardo Quaresma e Zeno Debast estão recuperado mas as dúvidas mantêm-se em relação ao Viktor Gyokeres e ao Hidemasa Morita, vamos ver como vai ser. A seguir ao Farense vamos jogar no Dragão, que é de extrema importância, mas primeiro temos de atacar o jogo deste sábado. Temos tido muita gente no departamento médico. Queria ter todos disponíveis, se estivessem não falavam do mercado. Estou mais preocupado em ter a malta recuperada, o mercado de janeiro é ingrato, os jogadores estão indisponíveis. Para ir buscar as melhores soluções é preciso ter bastante dinheiro, ninguém vende. Temos é de recuperar os indisponíveis, aí o plantel está equilibrado».
– Sete jogos em fevereiro com seis jogadores lesionados obriga o Sporting a ir ao mercado?
–Na verdade temos muitos lesionados e isso condiciona bastante, queria ter todos. Se estivessem disponíveis, se calhar não se falava do mercado. Preocupo-me em meter a malta a 100%, recuperada, e não no mercado de janeiro, que é muito ingrato. É um engano, para ir buscar as melhores soluções a qualquer equipa tem de se ter bastante dinheiro. Acrescentar só porque sim… Temos de recuperar os indisponíveis e o plantel fica equilibrado.
– Qual é a situação de Edwards?
– Não tenho nenhum problema com o Edwards, é um bom miúdo. Se sair, é uma venda do clube e uma estratégia de libertar um jogador que não está a ser solução para o treinador, só isso.
