O treinador José Faria constatou o facto de o Estrela da Amadora ter defrontado equipas com mudanças técnicas, como é o caso do Gil Vicente, adversário na 25.ª jornada da Liga.
«Mais uma semana com esta situação. Por vezes, dá a sensação de que somos equipa ‘bónus’ e que é sempre uma boa altura jogar diante do Estrela da Amadora. Eu quero acreditar e tenho a certeza que não. Usamos também isso muitas vezes com um certo sentimento de indignação, devido ao trabalho que temos apresentado e que tem sido bem representativo. Cada jogo é um jogo, mas não podemos deixar de constatar que isso tem acontecido», disse José Faria, na conferência de imprensa de antevisão ao encontro.
O Gil Vicente, após uma sequência de seis derrotas seguidas em todas as competições, anunciou durante a semana a contratação de César Peixoto, que tinha sido despedido do Moreirense poucos dias antes, mas os estrelistas têm os planos «bem delineados», para um fator que encarou por três vezes nas últimas quatro jornadas do campeonato.
«Sabemos que o Gil Vicente tem jogadores fortíssimos e com potencial. São jogadores que qualquer treinador gostaria de ter na equipa. Vejo muito pelo processo evolutivo e não nos podemos esquecer das incidências, com o mercado e questões físicas, sempre a tentar arranjar soluções. Devemos ser das equipas que mais jogadores usou. Nós não rodamos por opção, gostávamos de ter rotinas e ser consistentes nas escolhas», frisou.
