Rui Borges fez a antevisão do Sporting-Moreirense, encontro relativo à 30.ª partida da Liga e referiu que é a primeira de “cinco finais” e apelou à necessidade de uma grande “onda verde” no apoo à equipa.
– Está a contar com forte apoio dos adeptos em Alvalade?
– Sem dúvida! É muito importante que tal aconteça. Os adeptos, nisso, têm falado por nós: não precisamos de slogans para a recta final, precisamos sim que acreditem tanto quanto nós e que estejam ligados connosco. O apoio massivo dos adeptos tem sido o mesmo desde que chegámos, fazem-nos acreditar e queremos que também eles acreditem tanto quanto nós. Aliás, acreditamos mesmo muito e os jogadores passam isso para campo, independentemente da dificuldade de cada jogo. Temos uma crença imensa, uma ambição enorme de sermos campeões, e peço aos adeptos que compareçam e criem uma onda verde fantástica. Uma onda que seja ainda maior nestas cinco rondas. Moreirense é a primeira de cinso finais.
– Vem aí cinco finais?
– Vamos para um jogo de cada vez, não há futurologia ou jogos fáceis. Vamos focar no que controlamos e ir para cada jogo com o querer, a ambição e a vontade que temos demonstrado. Do outro lado há equipas competitivas que querem roubar pontos aos grandes.
– Hidemasa Morita está ok?
– Não, Morita está fora do jogo frente ao Moreirense, mas ainda será importante nesta reta final. Importante em campo e a dar o seu contributo, apesar de todos os problemas que tem tido. Precisamos dele e voltará muito em breve.
– Pedro Gonçalves vai ser titular?
– Queria muito poder contar com o Pedro Gonçalves a 100%, mas o jogador esteve cinco meses parado. Dói-lhe tudo menos as dores da lesão, porque está em pré-época, digamos assim. Temos de ter algum cuidado e este regresso requer um trabalho individual físico da parte dele. Está longe ainda de ser titular.
– Qual a analise que faz das arbitragens?
– O treinador do Sporting está focado naquilo que controla, que é o jogo. O Moreirense FC venceu o Sporting CP e o FC Porto em sua casa, empatou com o SL Benfica, e fez um belíssimo jogo no Estádio da Luz também. É uma equipa muito competitiva, bem organizada, que traz há alguns anos rotinas muito próprias. É muito tranquila no momento defensivo e competente no ofensivo e o seu treinador trabalha muito bem as bolas paradas. Temos de estar preparados.
– Sente o Moreirense de uma forma diferente?
– Devo muito ao clube que vou defrontar porque me abriu as portas na Primeira Liga. Conheço grande parte dos atletas e vamos estar focados nas transições e nas bolas paradas, se existirem a favor do adversário. Depois, no momento ofensivo, temos de perceber o que podemos explorar dentro da nossa qualidade individual e colectiva.
Fonte: Sporting CP
