– Francisco Trincão (jogador do Sporting, autor de um golo): “É um orgulho enorme. Os adeptos acreditaram em nós desde o início e estamos muito felizes, queríamos dar-lhes esta alegria.
Foi crença, acreditar até ao fim. Sabíamos que seria um jogo difícil. Estes jogos decidem-se nos detalhes, a partir do penálti ganhámos energia e força para o resto do jogo.
(Sobre Gyökeres) Ele é incrível, do melhor que vi passar no Sporting. Não só nos jogos, nos treinos, a mentalidade que tem… estamos muito felizes em tê-lo cá.
(Sobre a temporada) Com calma, vou descansar um pouco e pensar nisso”.
– Rui Silva (jogador do Sporting): “Sabe muito bem, a reconhecimento. Sei que faziam também com o Rui Patrício, que é uma grande referência para mim. É orgulho enorme receber este carinho.
Durante o jogo, muita coisa acontece. Aquilo foi um descarregar de adrenalina, emoções… estou muito feliz. Este grupo acreditou até final que seria possível, conseguimos o penálti e fomos felizes no prolongamento porque merecemos muito.
Era um objetivo, sim, quando abracei este projeto e me deram esta oportunidade. Vinha com o intuito de ajudar a equipa a conquistar títulos. Temos de ir passo a passo, saber das dificuldades. O grupo tem mentalidade muito boa, solidariedade. Somos uma família, em todos os sentidos.
(Sobre a seleção portuguesa e a Liga das Nações) Quero recuperar bem nestes dias e chegar à seleção com máxima energia. É um orgulho enorme representar a seleção e temos de aspirar a conquistar a competição”.
– Franco Israel (jogador do Sporting): “É uma sensação incrível. Foi uma temporada complicada para todos. Tivemos muitas lesões, aconteceram muitas coisas, tivemos três treinadores diferentes. O mais importante foi a união de grupo, e as coisas saíram bem.
É o dia-a-dia, estar feliz a treinar. Há aqui muitos amigos, não só colegas. Nos momentos difíceis é que é. Quando as coisas não vão tão bem, a união, treinar todos os dias com vontade, ter ali amigos.
(Melhor balneário da carreira?) Sim, sem dúvida. (Sobre os elogios de Rui Silva) É recíproco. Desde o primeiro minuto. A relação dos guarda-redes tem de ser assim, só pode jogar um. É um tipo incrível.
(Sobre a luta pela titularidade) Obviamente. E falta-nos a Taça da Liga e a Supertaça, para o ano.
(Sobre a continuidade de Gyökeres) Esperemos que sim. Vou falar com ele”.
– Eduardo Quaresma (jogador do Sporting): “Sabe muito bem. É um sentimento inexplicável. Há 23 anos que não fazíamos uma dobradinha, é histórico no clube, como o bicampeonato. Estamos muito felizes.
Esta equipa sempre soube sofrer, pela época inteira. Foram muitas mudanças, a equipa soube sofrer, foi resiliente, manteve-se unida. Já tive três grupos muito bons, mas este é único. Aqui, acreditámos até ao último minuto.
(Sobre Rui Borges) Foram todos importantes, o Ruben Amorim, até o João Pereira, Rui Borges. Enaltecer os treinadores, como é óbvio, mas sobretudo os jogadores, que foram o mais importante nisto”.
