Home DESTAQUE E. Amadora: Paulo Lopo apresenta novas ideias para o Futebol português

E. Amadora: Paulo Lopo apresenta novas ideias para o Futebol português

O Presidente do E. Amadora, Paulo Lopo, quer reformular o Futebol português e apresentou recentemente as suas ideias em vários eventos públicos.

Depois de ter anunciado as suas propostas nas redes sociais do clube amadorense, o líder dos “tricolores” voltou a reforçar o “novo modelo competitivo” na Cimeira de Presidentes e na apresentação do seu livro “Reformar para vencer”.

Uma das grandes propostas é a substituição de um único jogo da Supertaça para uma “Final Four”, onde entrariam o Campeão Nacional, o vencedor da Taça de Portugal (ou o finalista vencido, no caso de haver “dobradinha”), o campeão da Liga 2 e o campeão da Liga 3.

O vencedor seria declarado “campeão de Verão”, tal como o vencedor da Taça da Liga é denominado de “campeão de Inverno”.

Por falar em Taça da Liga, Paulo Lopo considera que o atual modelo não tem nenhum interesse e que se deveria fazer uma Taça da Liga com todos os clubes da Liga 1 e da Liga 2, mas os “3 grandes” seriam representados pelas equipas B, de modo a não haver uma sobrecarga de jogo e manter a competição mais equilibrada e aberta.

Na Cimeira de Presidentes, o FC Porto (apoiado por outros clubes) entendeu que se devia reduzir as equipas em competição nas Ligas 1 e 2, passando para 16 ou mesmo 14 clubes.

Em declarações ao jornal “A Bola”, Lopo considera que “pode ser uma boa solução para o FCP, mas não é boa nem para os clubes de menor dimensão, nem para o Futebol no seu todo, porque a introdução das equipas B na Liga 2 foi benéfica e mantém-se há alguns anos; chegaram a ser 24 equipas na Liga 2”.

“Na maior parte dos países da Europa é igual ou superior àquilo que temos hoje, não há nenhum exemplo de um campeonato de média/grande dimensão que tenha menos equipas que a nossa e ter menos equipas implica depois ter mais espaços sem jogos. o que do ponto de vista financeiro e desportivo é mau para as equipas”.

Por fim, Paulo Lopo defende uma cultura de multi-clubes, isto é, os grandes clubes deviam comprar outros mais pequenos que existam nos países onde há muitos imigrantes, como os EUA, Brasil, Luxemburgo, Suíça, França ou Alemanha, aproveitando os talentos escondidos ou expandindo a marca.

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