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Rúben Amorim: «Rio Ave pode muito bem surpreender-nos»

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Rúben Amorim está muito próximo de dizer adeus a Alvalade DR

O campeonato está de volta ao menu dos portugueses e logo com o campeão Sporting a abrir a porta de Alvalade ao Rio Ave, em jogo da 1.ª jornada que se realiza esta sexta-feira, às 20h15.

Rúben Amorim, treinador leonino, lançou o arranque de campeonato e fez a antevisão à partida com os vilacondeses. «O Rio Ave pode muito bem surpreender-nos não só pelos reforços, mas também porque o treinador é muito bom. Vai haver algo novo neles, que nos pode surpreender. Tem uma saída a quatro com o médio defensivo, são bons nas bolas paradas. Estamos preparados, mas queremos é implementar o nosso jogo», afirma Rúben Amorim.

Como viveu a semana depois da derrota com o FC Porto? «Foram dias difíceis, talvez os mais difíceis que já vivemos. É uma derrota, pelo título e pela situação em si. Agora só temos que olhar para o jogo com o Rio Ave, esquecer o resultado com o FC Porto, esquecer o contexto e melhorar o que temos a melhorar.  Nada como jogar outra vez para curar.»

Ainda Supertaça, Rúben Amorim adiantou: «Foi uma semana difícil, sentimento de uma equipa cada vez maior, que sente mais as derrotas. Uma equipa que está a ganhar por 3-0 e se deixa perder por 3-4, o grande responsável é o treinador. Devíamos ter tido outra concentração.»

Mantém a confiança em Kovacevic e Debast? «Têm toda a confiança do treinador. O importante é os jogadores conhecerem o treinador e estou zero preocupado. Não vou tirar um jogador à primeira coisa que acontece.»

Sobre os lesionados, o mister leonino referiu: «St. Juste ainda está com a família a fazer tratamento. Rafael Nel está muito melhor. Nuno Santos, apesar de psicologicamente abatido com a situação da Supertaça, está a recuperar muito bem, a precisar de jogar e nós precisamos muito dele. Gostamos muito dele, conhecemos a essência dele.»

O Sporting é candidato ao título? «Favorito não, mas temos uma responsabilidade diferente. Todos já olham para o Sporting de forma diferente. Houve anos em que éramos outsiders, mas agora já olham para nós como candidato. Temos que viver com isso.»

A pergunta sacramental teve de sair: Porque ficou no Sporting? «Tudo me fez ficar e razões pessoais. Gosto de estar aqui, porque o clube me quer e podemos fazer algo que não é feito há 70 anos. Queremos ser bicampeões. Vai ser muito difícil. Gyokeres? Não estou preocupado. Ioannidis? Não falo em nomes, mas vamos ver o que acontece.»