Rui Borges era um homem feliz no final da partida com o Rio Ave que confirmou o apuramento para a final da Taça de Portugal. O treinador do Sporting revelou estar feliz acima de tudo pelo grupo, falou da concretização de um sonho, do regresso de Pedro Gonçalves à titularidade, entre outros temas.
– Qual a análise que faz ao jogo de Paços de Ferreira?
– Acima de tudo, feliz pelo grupo e pela capacidade que tivemos em ser sérios logo na parte inicial do jogo. Pretendíamos fazer um golo na fase inicial para não deixar que o adversário ganhasse confiança. Chegamos ao golo e até aos 25/30 minutos fomos muito fortes a pressionar. Depois, o jogo equilibrou um bocado, mas sem nos criar grande perigo. Na segunda parte pedimos para entrar fortes novamente, conseguimos, chegamos ao 0-2 e, depois, tentamos gerir alguns jogadores. O grupo entrou, mentalmente, em modo de gestão e deixamos o Rio Ave FC acreditar um bocadinho durante uns minutos. O jogo foi equilibrado até final, ainda podíamos ter finalizado uma ou outra situação, mas feliz pelo que a equipa produziu hoje.
– Qual o sentimento por chegar à final da Taça de Portugal?
– É um sonho poder chegar a uma final no Jamor. Feliz por consegui-la e agora queremos muito ganhar e acrescentar esse troféu ao Clube. Este grupo merece muito!
– Equipa está motivada para a reta final da época?
– O grupo queria ganhar. É um grupo incrível e se não fosse assim não estávamos nas decisões. Fomos à final da Taça da Liga, estamos na final da Taça de Portugal, que pode dar-nos também a [presença] na Supertaça e estamos em primeiro lugar na recta final do campeonato. Por tudo o que o grupo passou, têm sido incríveis. Só um grande grupo conseguiria estar em todas as decisões.
– Como analisa o regresso à titularidade de Pedro Gonçalves?
– Era importante dar tempo de jogo ao Pote, porque está a precisar de minutos e de confiança. Por tudo aquilo que é, nós acreditamos muito no que pode dar nesta reta final. Notou-se, também, que lhe falta alguma confiança, mas percebe-se a sua inteligência e aquilo que pode dar à equipa.
– Biel é o reforço de Inverno mas tem sido difícil conquistar lugar no onze…
– O Biel tem treinado muito bem, tem crescido muito, embora não tenha tido muitas oportunidades. Hoje entrou e entrou muito bem. É um jogador que tem uma tomada de decisão refinada, mas joga numa posição onde temos vários jogadores importantes: Geny, Quenda, Trincão, Pote… É uma questão de opção, mas tem dado uma resposta muito boa.
– Qual a razão para o Quenda não ter sido utilizado pela primeira vez esta época?
– É importante descansar toda a gente, quando é possível. Foi apenas e só opção.








