A Oliveirense perdeu (1-2) com o Felgueiras, em jogo a contar para a 34ª e última Jornada da Liga Portugal 2 Meu Super, disputado no Estádio Dr. Machado de Matos, em Felgueiras.
Os golos foram marcados por Alison Tavares (aos 64 minutos) e João Silva (aos 79 minutos), para a formação da casa, e por Kotaro Nagata (aos 37 minutos) para 0 conjunto visitante
Sabendo que tinha de esperar por “boas notícias” de Viseu (o Paços não podia ganhar), a Oliveirense entrou em campo disposta a fazer o seu trabalho e esperar por um “golpe de sorte”.
No entanto, o P. Ferreira marcou ainda antes da meia-hora e o jogo ficou cada vez mais morno, apesar de Oliveirense ter inaugurado o marcador aos 37 minutos.
Naturalmente, que ao intervalo a Oliveirense percebeu que não poderia fazer mais nada e como de Viseu não vinham novidades, os jogadores de Oliveira de Azeméis começaram a ficar nervosos, tristes e sem ímpeto atacante.
Disso, aproveitou o Felgueiras que agigantou-se e em 15 minutos, deu a “cambalhota” no marcador, tornado a despedida da Oliveirense ainda mais penosa.
No final da partida, o jovem treinador da Oliveirense, António Torres Campos, era um homem triste, e mostrou toda essa tristeza aos microfones da Sport TV:
“É um momento de frustração, nós sabemos que o campeonato é um campeonato de continuidade e apesar da 2ª Volta razoável, a 1ª Volta condicionou sempre porque andámos sempre nos últimos lugares, sempre atrás, sempre atrás; no entanto, tenho que dar os parabéns a este grupo de jogadores, resilientes até ao máximo e tínhamos prometido aos adeptos que íamos lutar até à última jornada e foi isso que fizemos”
“Infelizmente hoje não dependíamos só de nós, mas tínhamos que fazer o nosso trabalho e não conseguimos fazer isso, depois as emoções entram muito no jogo, mas sabemos que a Olibeirense é muito grande e resta-me agradecer aos adeptos o apoio incondicional”.
“Nos últimos anos em que a Olivirense desceu, logo a seguir lutou para subir e subiu e é isso que prometemos ao clube, aos adeptos e à cidade, porque merecem estar nas ligas profissionais e vamos lutar para subir, naturalmente”
“O jogo do Paços não teve influência, o que condicionou foi a expulsão, o penalty ainda mais, e acho que o jogo em si, na segunda metade, foi o que trouxe mais descontrolo emocional; o jogo do Paços nós nem estávamos a ver, no banco algumas pessoas viram, mas não estávamos a saber o resultado. foi o nosso jogo que condicionou a equipa”
“A época acaba por ser muito condicionada, foi razoavelmente bom, mas não foi o suficiente, agora é acreditar que o próximo projeto vai correr muito melhor, vamos continuar a dar tudo de nós; hoje demos tudo de nós, mas não foi o suficiente, mas no futuro irá ser”.









