O Benfica oficializou a contratação de José Mourinho até 2027. O novo treinador foi apresentado na tarde desta quinta-feira no Seixal. O técnico sadino, de 62 anos, regressa ao futebol português duas décadas depois das conquistas europeias com o FC Porto e 25 anos após a estreia como treinador principal do Benfica.
«Tenho muitas emoções neste momento, quero agradecer a confiança, a honra que sinto neste momento. Obviamente que sendo português, não há um único que conheça a história, a cultura e a dimensão deste clube. Quero deixar uma coisa bem ciente. Eu cosou o treinador de um dos maiores clubes do mundo e quero-me fechar nisto, quero-me centrar nesta missão, no prazer de me focar em algo que é verdadeiramente apaixonante», começou por revelar o novo técnioi encarnado.
Como analisa este regresso 25 anos depois de ter saído há 25 anos? «São 25 anos, mas não venho para celebrar carreira. São 25 anos em que eu tive oportunidade de trabalhar nos maiores clubes do mundo. Nenhum dos outros gigantes clubes que tive a oportunidade de treinar me fez sentir mais honrado, mais concretizado que ser treinador do Sport Lisboa e Benfica. A promessa é muito clara. Ser campeão? Não posso prometer isso… mas não pode deizxar de dizer que o Benfica tem potencial no balneário para ser campeão. Treinar o Benfica é regressar ao meu nível».

«Vou viver para o Benfica»
«Vou viver para o Benfica, para a minha missão, Saí de casa e disse ‘Até domingo’, porque não vou sair daqui até domingo, é uma honra tremenda, que a minha ajuda me ajude a controlar as emoções e agradecia-lhes que fizessemos isto curto, que daqui a 48 horas temos jogo e acho que para a nação benfiquista não há nada mais importante que o jogo que temos daqui a 48 horas», referiu José Mourinho, acrescentando: «As pessoas que estão comigo são a minha gente. Não vamos ganhar sempre, mas não podemos perder como perdemos há dois dias. Não é Benfica. Benfica é o que jogou contra o Fenerbahçe 30 minutos, é quem esteve em Istambul com um jogador a menos conseguiu levar um resultado positivo. É o Benfica em que me revejo. Tenho jogo daqui a 48 horas, vou encontrar jogadores em recuperação, tenho de meter o meu dedo mas muito ao de leve, não posso radicalizar. Tem de se começar por este perfil ao nível emocional, entrar em campo a saber que somos muito milhões e pensar neles. Do ponto de vista tático vou meter o dedo mas de forma muito controlada. Muita coisa foi bem feita pelo meu antecessor.»










